Com o desenvolvimento e crescimento do número de helicópteros, em seus diversos tamanhos, pesos e tipos de operações,
houve a necessidade de se elaborar regras importantes a bem da segurança dos tripulantes, passageiros, pessoas no solo
e ao patrimônio. Ou seja, o helicóptero, salvo em condições excepcionais, não pode operar pousos e decolagens em locais
não homologados pela ANAC.
Basicamente um
heliponto precisa ter uma área e resistência do piso compatível com a maior aeronave a pousar no local,
observando rampas de pouso e decolagem, interferência em vizinhanças, obstáculos mais próximos, interferências em aeródromos e
outros
helipontos, etc. Tudo isto esta previsto em normas específicas emitidas pela ANAC (
IAC 4301).
Apenas para se ter uma idéia deste universo, temos hoje uma quantidade de
helipontos homologados em torno de 860 unidades.
Sendo que 477 unidades estão no estado de São Paulo. A título de ilustração, para demonstrar o quanto é importante um heliponto,
se considerarmos um raio de 200 Km a partir do “marco zero” da cidade de São Paulo temos aproximadamente 453 unidades.
Com isto surgiu a necessidade de empresas e pessoas conhecedoras das regras e especializadas para orientar, assessorar,
elaborar projetos, proceder com a burocracia da homologação, construção e manutenção dos
helipontos.
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